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21/11/2018
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Este trabalho investigou as orientações ideológicas presentes em informações científicas. Dada à pluralidade de publicações desse tipo, delimitamos o caso para as produções que abordaram o rompimento da barragem de Fundão — um dos maiores crimes socioambientais do Brasil. Selecionamos a reportagem com base na revista de maior circulação nacional e delimitamos a reportagem especial da revista “Veja” sobre o assunto, que foi publicada em pouco menos de um mês após o rompimento, edição número 2454. Baseamo-nos nas contribuições do círculo de Bakhtin, especialmente no conceito de signo ideológico para fundamentar as análises apresentadas. Os principais resultados nos indicam a existência de orientações ideológicas que tendem a privilegiar determinadas interpretações do rompimento da barragem de Fundão em detrimento de outras.

18/09/2019
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Este artigo descreve a exposição “Plataforma Zebrafish: a construção de uma rede” como ação de comunicação pública da ciência e apresenta resultados de sua avaliação. A exposição é uma das ações empreendidas pela área de divulgação do CeTICS — Centro de Pesquisa em Toxinas, Resposta-Imune e Sinalização Celular. Para avaliar a exposição foram criados questionários para que os visitantes respondessem pela Internet após a visita. Os resultados indicam apreciação da exposição pela maior parte dos visitantes e interesse pelos temas tratados. A avaliação trouxe alguns elementos que orientam futuras modificações na exposição e subsidiam outras ações de divulgação da Plataforma Zebrafish e da Rede Zebrafish. Por exemplo, o interesse em conhecer mais profundamente as pesquisas realizadas e seus resultados, assim como outras características de peixe zebrafish, indica que é possível ampliar e aprofundar alguns dos temas já tratados na exposição.

21/11/2018
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As primeiras práticas de aperfeiçoamento profissional para o jornalismo científico começaram como cursos especialização para os profissionais já atuantes na área [Melo, 1985] e só a partir da criação dos laboratórios nas universidades é que os temas científicos passaram a fazer parte da formação no ensino superior no Brasil. O objetivo do artigo é refletir como o jornalismo científico encontrou nas agências universitárias a possibilidade de articular ensino e extensão revelando, por um lado, o potencial da práxis do espaço formativo para os estudantes e, por outro, uma atividade privilegiada, formadora, na democratização do conhecimento produzido na e pela Universidade. A pesquisa exploratória parte de uma revisão bibliográfica na qual se remonta a história do ensino de jornalismo científico brasileiro e apresenta dois casos de atividades de extensão, cada um a sua maneira, que colaboraram com a disseminação de conhecimento e informação sobre suas instituições: a Agência Universitária de Notícias, da USP, e o Universidade Aberta, da UFSC. Pode-se concluir que as atividades extensionistas apresentam potencial formativo aos estudantes, que aprendem especialidades jornalísticas sem a necessidade de uma disciplina específica sobre o tema, e potencial formador de uma cultura de divulgação científica, desde que a extensão seja integrada ao planejamento das instituições.

21/11/2018
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El programa “Conversemos, mamá” es una intervención de comunicación de la ciencia a través de un proyecto de investigación dirigido a mujeres gestantes en situacion de vulnerabilidad, en Santiago de Chile. La iniciativa busca comunicar conocimiento neurocientífico a madres que se encuentran en estados tempranos del embarazo y hasta que sus hijos alcanzan los 4 años de edad. El objetivo es comunicar conocimiento científico a las madres acerca de cómo utilizar el lenguaje y la estimulación cognitiva temprana, así como entregar estrategias para la neuroprotección de los cerebros de los infantes para, de esta manera, romper las barreras de desigualdad presentes en la sociedad chilena. Este es el primer programa de su tipo, en el cual se utiliza una metodología variada, en la que el lenguaje juega un papel protagónico en la prevención del estrés tóxico proveniente de vivir en un ambiente estresante y de vulnerabilidad, con falta de estimulación lingüística y donde muy posiblemente existe un daño psicológico, resultado de haber nacido en condiciones de extrema pobreza. En este trabajo proponemos que el uso de narrativas, en conjunto con otras experiencias lúdicas y actividades experienciales, es una forma posible de comunicar neurociencias de manera comprensible, confiable y disfrutable a públicos en condiciones de baja escolaridad y bajo ingreso económico en América Latina.

21/11/2018
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Este trabajo aborda la comunicación de problemáticas socioambientales en contextos urbanos, a partir de una investigación situada en la intersección entre el campo de la comunicación pública de la ciencia y el de la comunicación de lo socioambiental. El objetivo es dar cuenta de las voces y formas emergentes en las prácticas de comunicación sobre lo socioambiental, así como del papel que se asigna a la ciencia y al conocimiento científico en las narrativas que colocan en el espacio público diversos actores sociales al comunicar problemas socioambientales relacionados con agua y bosques en el AMG (Área Metropolitana de Guadalajara). Se ha identificado que estas voces y formas emergentes demandan nuevos modelos de CPC.

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