Artículo

21/11/2018
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Este trabalho investigou as orientações ideológicas presentes em informações científicas. Dada à pluralidade de publicações desse tipo, delimitamos o caso para as produções que abordaram o rompimento da barragem de Fundão — um dos maiores crimes socioambientais do Brasil. Selecionamos a reportagem com base na revista de maior circulação nacional e delimitamos a reportagem especial da revista “Veja” sobre o assunto, que foi publicada em pouco menos de um mês após o rompimento, edição número 2454. Baseamo-nos nas contribuições do círculo de Bakhtin, especialmente no conceito de signo ideológico para fundamentar as análises apresentadas. Os principais resultados nos indicam a existência de orientações ideológicas que tendem a privilegiar determinadas interpretações do rompimento da barragem de Fundão em detrimento de outras.

06/11/2020
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En este artículo se presentan algunas propuestas para la capacitación de los anfitriones mediadores de museos de ciencias que se han explorado en los museos de la Dirección General de Divulgación de la Ciencia (DGDC) de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) con el fin de aportar elementos para la reflexión sobre hacia donde debe ir este proceso de capacitación con base en la evolución de los museos y centros de ciencias (MCC), el papel que desempeñan en el contexto educativo, social y cultural en el que se encuentra, así como los nuevos aportes teóricos y metodológicos. Se describe cómo ha ido cambiando la concepción que se tiene del papel de los mediadores en la DGDC, los marcos teóricos que se han empleado, los perfiles que se requieren y por consiguiente cómo se han ido modificando los programas de capacitación para cumplir con estas propuestas. Finalmente, se presenta una breve discusión sobre las nuevas perspectivas en relación a la formación de los mediadores.

06/11/2020
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En este trabajo se presenta una experiencia de formación de mediadores en popularización de las ciencias desarrollada, entre 2012 y 2017, en el museo de ciencias de Mundo Nuevo, Programa de Popularización de las Ciencias de la Universidad Nacional de La Plata, provincia de Buenos Aires en Argentina. Se comparten aquí los supuestos que organizaron aquella experiencia, las características del contexto institucional en que tuvo lugar el proceso de formación, los contenidos, los dispositivos desarrollados y algunas de las reflexiones surgidas a partir de su implementación.

18/09/2019
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Este artigo descreve a exposição “Plataforma Zebrafish: a construção de uma rede” como ação de comunicação pública da ciência e apresenta resultados de sua avaliação. A exposição é uma das ações empreendidas pela área de divulgação do CeTICS — Centro de Pesquisa em Toxinas, Resposta-Imune e Sinalização Celular. Para avaliar a exposição foram criados questionários para que os visitantes respondessem pela Internet após a visita. Os resultados indicam apreciação da exposição pela maior parte dos visitantes e interesse pelos temas tratados. A avaliação trouxe alguns elementos que orientam futuras modificações na exposição e subsidiam outras ações de divulgação da Plataforma Zebrafish e da Rede Zebrafish. Por exemplo, o interesse em conhecer mais profundamente as pesquisas realizadas e seus resultados, assim como outras características de peixe zebrafish, indica que é possível ampliar e aprofundar alguns dos temas já tratados na exposição.

23/06/2020
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Este artigo apresenta parte da pesquisa que visa compreender a experiência de visitação de idosos a duas exposições no Museu da Vida, considerando: o contexto físico das exposições, as questões de acessibilidade, as interações sociais e o contexto pessoal dos visitantes, a partir de uma abordagem qualiquantitativa. A metodologia consistiu na análise de observações, dos vídeos das visitas e respostas a um questionário semiestruturado autoaplicado. Os resultados sugerem que os museus de ciência, além de serem locais de lazer e socialização, podem contribuir com saberes e reflexões sobre as questões científicas, dentro da perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

21/06/2021
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O artigo analisa eventos de divulgação científica realizados por uma Instituição Científica e Tecnológica (ICT) federal brasileira, constituída como Unidade de Pesquisa (UP) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Foram levantadas, por meio de pesquisa documental, atividades presenciais realizadas no período 2015–2019. Os resultados indicam que a instituição realizou número expressivo de eventos focados principalmente no público escolar. Parcerias com outras entidades locais, principalmente públicas, potencializaram as práticas. A principal abordagem foi de caráter instrucional, mas também houve atividades dialógicas. Conclui-se que essas últimas devem ser estimuladas, pois propiciam mais engajamento com a coletividade. Considera-se, ainda, que a política pública deve contemplar as UPs do MCTI como parceiras permanentes na popularização da ciência.

21/11/2018
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As primeiras práticas de aperfeiçoamento profissional para o jornalismo científico começaram como cursos especialização para os profissionais já atuantes na área [Melo, 1985] e só a partir da criação dos laboratórios nas universidades é que os temas científicos passaram a fazer parte da formação no ensino superior no Brasil. O objetivo do artigo é refletir como o jornalismo científico encontrou nas agências universitárias a possibilidade de articular ensino e extensão revelando, por um lado, o potencial da práxis do espaço formativo para os estudantes e, por outro, uma atividade privilegiada, formadora, na democratização do conhecimento produzido na e pela Universidade. A pesquisa exploratória parte de uma revisão bibliográfica na qual se remonta a história do ensino de jornalismo científico brasileiro e apresenta dois casos de atividades de extensão, cada um a sua maneira, que colaboraram com a disseminação de conhecimento e informação sobre suas instituições: a Agência Universitária de Notícias, da USP, e o Universidade Aberta, da UFSC. Pode-se concluir que as atividades extensionistas apresentam potencial formativo aos estudantes, que aprendem especialidades jornalísticas sem a necessidade de uma disciplina específica sobre o tema, e potencial formador de uma cultura de divulgação científica, desde que a extensão seja integrada ao planejamento das instituições.

06/11/2020
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O artigo aborda a experiência do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro, Brasil), em seus múltiplos programas de formação de jovens de ensino médio e superior. No texto são descritos os diferentes programas, o perfil dos participantes, as práticas formativas utilizadas nas diferentes frentes de formação deste museu. Os autores abordam também os principais desafios enfrentados e apontam perspectivas que podem auxiliar na reflexão de educadores e demais profissionais de museus e centros de ciência.

21/06/2021
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Este estudo desenvolveu um inventário de notícias sobre pesquisas científicas publicadas por 15 anos nos portais de três universidades públicas de Minas Gerais, Brasil, e avaliou a repercussão de uma amostra desses textos em outros sites. Sob a proposição habermasiana de que os fluxos comunicacionais nas esferas públicas podem influenciar decisões políticas, foram levantados projetos que tramitaram no poder legislativo mineiro no período, verificando-se possível interconexão com as pautas do jornalismo científico analisadas. Os resultados mostram crescimento recente na frequência das publicações, predominância de pesquisas sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade e falta de correspondência com as discussões no legislativo.

21/11/2018
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El programa “Conversemos, mamá” es una intervención de comunicación de la ciencia a través de un proyecto de investigación dirigido a mujeres gestantes en situacion de vulnerabilidad, en Santiago de Chile. La iniciativa busca comunicar conocimiento neurocientífico a madres que se encuentran en estados tempranos del embarazo y hasta que sus hijos alcanzan los 4 años de edad. El objetivo es comunicar conocimiento científico a las madres acerca de cómo utilizar el lenguaje y la estimulación cognitiva temprana, así como entregar estrategias para la neuroprotección de los cerebros de los infantes para, de esta manera, romper las barreras de desigualdad presentes en la sociedad chilena. Este es el primer programa de su tipo, en el cual se utiliza una metodología variada, en la que el lenguaje juega un papel protagónico en la prevención del estrés tóxico proveniente de vivir en un ambiente estresante y de vulnerabilidad, con falta de estimulación lingüística y donde muy posiblemente existe un daño psicológico, resultado de haber nacido en condiciones de extrema pobreza. En este trabajo proponemos que el uso de narrativas, en conjunto con otras experiencias lúdicas y actividades experienciales, es una forma posible de comunicar neurociencias de manera comprensible, confiable y disfrutable a públicos en condiciones de baja escolaridad y bajo ingreso económico en América Latina.

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