Este artigo aborda a infodemia na Argentina e Brasil. Com base na sociologia dos problemas sociais são analisados os discursos e práticas de 17 “claim-makers” entrevistados, envolvidos em sensibilizar a opinião pública e os responsáveis políticos dos efeitos da infodemia. Os resultados mostram que eles condenaram a politização da comunicação científica. Na Argentina e no Brasil os/as entrevistado/as questionam a eficácia da regulação estatal e da autorregulação por parte das plataformas, enfatizando a necessidade de melhorar a oferta midiática, investir em alfabetização científica e desenvolver estratégias de “fact-checking” para prevenir a desinformação científica.
30 jun 2025
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