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  • Category: Article

    A formação de mediadores no Museu da Vida: múltiplas vivências

    O artigo aborda a experiência do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro, Brasil), em seus múltiplos programas de formação de jovens de ensino médio e superior. No texto são descritos os diferentes programas, o perfil dos participantes, as práticas formativas utilizadas nas diferentes frentes de formação deste museu. Os autores abordam também os principais desafios enfrentados e apontam perspectivas que podem auxiliar na reflexão de educadores e demais profissionais de museus e centros de ciência.

    Volume 3Issue 022020

  • Category: Article

    Encuentros y desencuentros de quienes median y sus públicos. Reflexión sobre el rol de la mediación desde un museo de ciencias en Colombia: el Museo Interactivo Maloka

    El artículo presenta una discusión sobre la mediación y en particular sobre el rol de las personas que median en un museo de ciencia y tecnología, utilizando el caso de Maloka. Para ello se hace una revisión sobre el concepto de mediación; se muestran retos que al respecto surgieron en la realización y evaluación de las estrategias pedagógicas que fueron implementadas por Maloka, en alianza con la Secretaría de Educación de Bogotá, en el 2019. Finalmente, se presentan una serie de consideraciones sobre los principales retos para una mediación que promueva ejercicios dialógicos encaminados a la apropiación social de la ciencia y la tecnología.

    Volume 3Issue 022020

  • Category: Article

    O papel e os desafios dos mediadores em quatro experiências de museus e centros de ciências itinerantes brasileiros

    Nesta pesquisa de caráter qualitativo estudamos a experiência de quatro museus e centros de ciências itinerantes brasileiros a fim de compreender como essas instituições entendem os papéis dos seus mediadores, quais são as especificidades da mediação na itinerância e os desafios encontrados. Os resultados apontam que esses profissionais são fundamentais para as instituições e é esperado que eles atuem junto aos públicos ampliando as possibilidades de interação e aprofundando conteúdos expostos, mesmo quando as exposições não apresentam concretamente insumos informativos para tal. Trazemos algumas reflexões sobre o papel desses mediadores itinerantes, sua formação e profissionalização, bem como desafios e recomendações.

    Volume 3Issue 022020

  • Category: Article

    Jornalismo científico: um estudo das interações pelo viés etnográfico

    O artigo busca responder como os jornalistas de ciências interagem e negociam interesses com os cientistas durante os processos de produção dos conteúdos do Jornalismo Científico. Para responder essa questão de pesquisa, fundamentou-se teórico-metodologicamente no Interacionismo Simbólico e na perspectiva etnográfica. O estudo de campo foi realizado na Divisão de Divulgação Científica da Universidade Federal de Uberlândia e teve como objetivo observar os processos de feitura dos produtos jornalísticas no setor e compreender como se dá a interação dos jornalistas com os cientistas em tal processo. Os achados deste estudo reforçam a importância dos cientistas como fontes de informação e apontam a relevância de manter a boa relação com as fontes, permitindo negociar os interesses, trocar e acessar as informações de forma mais eficiente e aprofundada.

    Volume 3Issue 012020

  • Category: Practice Insight

    Los talleres de ciencia recreativa y la retroalimentación acción-reflexión

    Los talleres de ciencia recreativa (TCR) son un medio de divulgación extraordinario: por su trabajo colectivo, por la capacidad de adaptarse en tiempo real a las condiciones de los participantes y, sobre todo, por integrar práctica y teoría (acción y reflexión) en procesos orientados a construir experiencias científicas gratificantes. Este medio de divulgación de la ciencia generalmente es promovido por grupos que funcionan como comunidades de práctica; lo cual implica también una combinación de acción y reflexión que permite que los miembros más nuevos aprendan de los experimentados, desarrollando habilidades en las herramientas clave para dar vida a los talleres. El presente trabajo aborda los TCR de forma integral: analizando su esencia, metodologías, sustentos teóricos y, finalmente, se presenta el caso de la comunidad mexicana de talleristas para plantear la necesidad de fortalecer la discusión teórica en la materia.

    Volume 3Issue 012020

  • Category: Essay

    Veinte años de investigación en comunicación pública de la ciencia: desafíos y transformaciones. La Maestría en comunicación de la ciencia y la cultura del ITESO en México

    Este ensayo presenta un recorrido sobre las transformaciones y tendencias en los temas y problemas de investigación en comunicación pública de la ciencia abordados por estudiantes y académicos de la Maestría en Comunicación de la Ciencia y la Cultura del ITESO, en Tlaquepaque, Jalisco, México, a lo largo de sus veinte años de funcionamiento. Se identifican los cambios en los contenidos, las perspectivas y las formas de abordar problemas de comunicación pública de la ciencia desde la perspectiva sociocultural del programa de posgrado.

    Volume 2Issue 022019

  • Category: Essay

    El fin de la divulgación

    Es necesario reconocer que dentro de la ahora llamada comunicación pública de ciencia conviven posturas, objetivos, actores y actividades muy diversos; sin embargo, las más recientes manifestaciones de la actividad han eliminado prácticamente a la ciencia de su discurso al tiempo que limitan su finalidad a influenciar la agenda pública. La preponderancia de esta visión en detrimento de otras manifestaciones, en parte debido al ascendiente académico, podría llevar a la pérdida de diversidad en la comunicación de la ciencia, y en particular a menospreciar la divulgación, un género original y complejo que comunica la ciencia de la mano de lo literario.

    Volume 2Issue 012019

  • Category: Article

    As potencialidades formativas e formadoras para o jornalismo científico em agências universitárias

    As primeiras práticas de aperfeiçoamento profissional para o jornalismo científico começaram como cursos especialização para os profissionais já atuantes na área [Melo, 1985] e só a partir da criação dos laboratórios nas universidades é que os temas científicos passaram a fazer parte da formação no ensino superior no Brasil. O objetivo do artigo é refletir como o jornalismo científico encontrou nas agências universitárias a possibilidade de articular ensino e extensão revelando, por um lado, o potencial da práxis do espaço formativo para os estudantes e, por outro, uma atividade privilegiada, formadora, na democratização do conhecimento produzido na e pela Universidade. A pesquisa exploratória parte de uma revisão bibliográfica na qual se remonta a história do ensino de jornalismo científico brasileiro e apresenta dois casos de atividades de extensão, cada um a sua maneira, que colaboraram com a disseminação de conhecimento e informação sobre suas instituições: a Agência Universitária de Notícias, da USP, e o Universidade Aberta, da UFSC. Pode-se concluir que as atividades extensionistas apresentam potencial formativo aos estudantes, que aprendem especialidades jornalísticas sem a necessidade de uma disciplina específica sobre o tema, e potencial formador de uma cultura de divulgação científica, desde que a extensão seja integrada ao planejamento das instituições.

    Volume 1Issue 012018

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